Foi sancionada pela presidente Dilma
Rousseff a concessão de pensão vitalícia à ex-ginasta e esquiadora Lais Souza,
que ficou tetraplégica após um acidente durante os treinamentos para os Jogos
Olímpicos de Sochi. Lais aguardava no momento a classificação para o evento
dentro das Olimpíadas de Inverno de Salt Lake City, nos Estados Unidos. O
acidente causou uma séria torção na coluna da competidora.
A decisão foi publicada no Diário
Oficial da União (DOU) de terça-feira, dia 13 de janeiro. O valor do benefício
que Lais receberá é de R$ 4.390, 24. O recebimento do valor mensal provém da
aprovação de uma lei no final do ano passado e pode ser reajustado de acordo
com o sobe e desce dos critérios previdenciários. O valor é o máximo que o
regime de previdência pode pagar em um benefício desse porte.
Por que Lais Souza irá receber esse
tipo de pensão vitalícia
Segundo o Congresso, atingir o limite
permitido pelas bolsas previdenciárias é um direito que Lais Souza conseguiu
por seu a representante do Brasil em competições esportivas desde sua infância.
Ela compete pelo país desde os 12 anos de idade. O molde de pesquisa para o
benefício segue o mesmo usado para calcular o que receberiam os jogadores da
seleção brasileira que representaram o Brasil em nas Copas de 1958, 1962 e
1970.
O acidente de Lais Souza
Lais Souza foi uma das representantes
da seleção brasileira de ginástica artística e chegou a disputar as Olimpíadas
pelo país. Seu amor pelo esporte a levou continuar competindo, mesmo após se
aposentar da modalidade na qual era destaque. Depois de se machucar durante os
treinamento para as olimpíadas de Londres - ela sofreu uma fratura na mão -,
Lais foi cortada da seleção e sabia que aquela seria sua última grande
competição como ginasta.
Ela então decidiu treinar para outras
Olimpíadas, as de inverno, e agora como esquiadora. Lais já começou sua nova
carreira integrando a equipe nacional de ski aerials. Durante a rotina de
treinos para as Olimpíadas de Inverno de Salt Lake City, EUA, Lais se acidentou
e machucou seriamente a coluna e ficou tetraplégica. O acidente acontece em
janeiro de 2014 e a ex-atleta tem passado por tratamentos variados desde então.



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