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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015




As fortes chuvas do último fim de semana ajudaram a mudar um pouco a cara da estiagem que assola o sudeste brasileiro. O cenário de atenção se mantém, e deve continuar por um bom tempo, mas uma leve elevação nos níveis das represas que abastecem o Rio de Janeiro trouxeram nova esperança de que as coisas possam melhorar.

As novidades foram divulgadas diretamente pela Agência Nacional de Águas (ANA), que oficializou a alteração nos níveis de mais de um reservatório ao longo do Rio Paraíba do Sul. Um deles, o de Paraíbuna, conseguiu sair do volume morto, nível abaixo de zero. O volume agora indica 0,08% ou 44,33% da capacidade total, de 4.732,2 hectômetros cúbicos de água. Essa mesma represa apresentava, na semana passada, -0,19%.
O reservatório Paraíbuna é o maior direcionado ao abastecimento do Rio de Janeiro. Mais três são responsáveis por todo o estado. Outro reervatório apresentou mudança, o de Santa Branca, que passou de 27% para 27,1% de seu total de água. Esse número, que parece quase nulo, é de grande significado positivo, pois as represas não tem conseguido subir seus níveis mesmo com grandes chuvas e mantém um esvaziamento quase linear.
A represa do Jaguari subiu um pouco mais seu nível: passou de 37% para 37.8% de sua capacidade. Todas as mudanças foram resultados das chuvas do final de semana, que também causou estragos em cidades ao longo da Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte, que ficam no meio do eixo Rio São Paulo e são cortadas pelo Rio Paraíba do Sul.
A reação do Governo do Rio
Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro, manifestou sua satisfação com a tímida elevação dos níveis no sistema abastecido pelo Rio Paraíba do Sul. O estado tem sofrido com falta de água em pontos específicos. “Aumentaram as chuvas nas cabeceiras, e aumentaram todos os reservatórios. Vamos continuar monitorando, não é o ideal, mas está melhorando”, disse durante um evento de reinauguração de uma creche na Zona Sul da capital fluminense.
Pezão tem reunião marcada com Izabella Teixeira, ministra do Meio Ambiente, para falar sobre soluções em vazão de água. O objetivo é evitar que o estado entre em rodízio ou que haja cortes de fornecimento.



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